EDITORIAL
(Na minha opinião)
Ganhar e não levar.
Não dá pra entender. Juro!!!!
Não entendo, ninguém entendi o processo eleitoral dos EUA, o país mais democrático do Mundo, para a escolha do seu maior representante, seu maior dirigente, a personalidade mais importante do mundo, politicamente falando.
Em um país, mãe da democracia, o presidente é escolhido pelo voto indireto, isso mesmo pelo voto indireto e em alguns casos, como aconteceu nesta eleição, o vencedor do pleito não foi escolhido pela maioria da vontade popular. O presidente é escolhido pelo voto colegiado e em um país com mais de 300 milhões de habitantes o presidente venceu com pouco mais de 279 votos colegiados em um total de 538 delegados nos colégios eleitorais.
Sendo assim o Magnata Donald Trump foi eleito presidente dos EUA pelo voto indireto. No voto direto, ou voto popular a candidata Hillary Clinton, dos Democratas superou a votação recebida pelo Republicano Trump. A maioria de Hillary Clinton sobre o Donald Trump foi superior aos 230 mil votos.
Para muitos, inclusive nos Estados Unidos, essa forma para a escolher do presidente do país é totalmente ultrapassada e em uma nação considerada como o berço da democracia mundial é no mínimo uma situação totalmente incompreensível.
Aqui no Brasil também acontece coisas meio que impronunciáveis. Como por exemplo, determinado candidato recebe uma votação expressiva dos eleitores mas perde para um candidato que recebeu menos de 10% do coeficiente eleitoral de seu município ou Estado, mas é beneficiado pela coligação partidaria.
(Na minha opinião)
Ganhar e não levar.
Não dá pra entender. Juro!!!!
Não entendo, ninguém entendi o processo eleitoral dos EUA, o país mais democrático do Mundo, para a escolha do seu maior representante, seu maior dirigente, a personalidade mais importante do mundo, politicamente falando.
Em um país, mãe da democracia, o presidente é escolhido pelo voto indireto, isso mesmo pelo voto indireto e em alguns casos, como aconteceu nesta eleição, o vencedor do pleito não foi escolhido pela maioria da vontade popular. O presidente é escolhido pelo voto colegiado e em um país com mais de 300 milhões de habitantes o presidente venceu com pouco mais de 279 votos colegiados em um total de 538 delegados nos colégios eleitorais.
Sendo assim o Magnata Donald Trump foi eleito presidente dos EUA pelo voto indireto. No voto direto, ou voto popular a candidata Hillary Clinton, dos Democratas superou a votação recebida pelo Republicano Trump. A maioria de Hillary Clinton sobre o Donald Trump foi superior aos 230 mil votos.
Para muitos, inclusive nos Estados Unidos, essa forma para a escolher do presidente do país é totalmente ultrapassada e em uma nação considerada como o berço da democracia mundial é no mínimo uma situação totalmente incompreensível.
Aqui no Brasil também acontece coisas meio que impronunciáveis. Como por exemplo, determinado candidato recebe uma votação expressiva dos eleitores mas perde para um candidato que recebeu menos de 10% do coeficiente eleitoral de seu município ou Estado, mas é beneficiado pela coligação partidaria.
Moral da história: é eleito quem o povo não escolheu como seu representatnte. Sou totalmente contra essa situação, vence quem tem mais votos, nem que seja por uma maioria mínima. Parece redundância, mais vence quem realmente ganha.
vencer, conquistar uma maioria absoluta de votos e não levar simplesmente é doloroso, como disse ontem no início de seu pronunciamento, a candidata Democrata Hillary Clinton "está sendo muito doloroso".
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